Escuta
Mundo infinito, destino incerto.
Incerto para o homem,
Para o Mundo somos um livro aberto.
O que é o Mundo?
Para mim, a energia do universo
Envolve-me cada vez que converso
Com pessoas, plantas ou animais
No fundo somos todos iguais
Cada um com a sua energia,
Que leva a marca daquilo que a cria.
Todos estamos conectados
Numa rede gigante de destinos traçados.
Senta-te, para e escuta,
Cada um de volta da sua luta,
Como podes tu achar-te superior
Daquele que foge das garras do condor?
Não vês que para ti o Mundo
É isto
E para os outros
É aquilo?
Senta-te, para e escuta.
Aprende a amar até quem te chuta.
Por essas estradas esburacadas,
Onde raras são as flores e as fadas,
Encontras não só momentos de prazer
Como também a pessoa que queres ser.
Por isso senta-te, para e escuta,
Aprecia a vida mesmo que seja bruta.
Encontra os momentos em que sorris,
Guarda-os no bolso e sente-te feliz.
Estamos aqui numa breve passagem
Não faças do amor uma miragem,
Muito menos te deixes prender
Vive livre e selvagem,
como te der mais prazer.
Recheia-te e banha-te em amores intensos
Pelas pessoas, os seres, os mares e os ventos
Mas nunca pelas coisas materiais
A menos que tenham valores sentimentais.
Afoga-te na energia que deixa a tua alma astuta.
Agora senta-te, para e escuta.
~Sara Filipa Quintaneiro dos Santos
Incerto para o homem,
Para o Mundo somos um livro aberto.
O que é o Mundo?
Para mim, a energia do universo
Envolve-me cada vez que converso
Com pessoas, plantas ou animais
No fundo somos todos iguais
Cada um com a sua energia,
Que leva a marca daquilo que a cria.
Todos estamos conectados
Numa rede gigante de destinos traçados.
Senta-te, para e escuta,
Cada um de volta da sua luta,
Como podes tu achar-te superior
Daquele que foge das garras do condor?
Não vês que para ti o Mundo
É isto
E para os outros
É aquilo?
Senta-te, para e escuta.
Aprende a amar até quem te chuta.
Por essas estradas esburacadas,
Onde raras são as flores e as fadas,
Encontras não só momentos de prazer
Como também a pessoa que queres ser.
Por isso senta-te, para e escuta,
Aprecia a vida mesmo que seja bruta.
Encontra os momentos em que sorris,
Guarda-os no bolso e sente-te feliz.
Estamos aqui numa breve passagem
Não faças do amor uma miragem,
Muito menos te deixes prender
Vive livre e selvagem,
como te der mais prazer.
Recheia-te e banha-te em amores intensos
Pelas pessoas, os seres, os mares e os ventos
Mas nunca pelas coisas materiais
A menos que tenham valores sentimentais.
Afoga-te na energia que deixa a tua alma astuta.
Agora senta-te, para e escuta.
~Sara Filipa Quintaneiro dos Santos
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