Pescador do Amanhã
Me vens ao passo que fujo de mim
Te vou quando já não és como antes
E assim percebo que ri ao ver o rio
Temi, pensava eu que ia ter frio
Esqueci de quando era eu um errante
Voltei ao retornado de sempre latente
Morri, que é pra dar vida ao amante
e assim daquele, hoje sou mais distante
Das redes que jogam ao mar
confiam que algo virá
Quem sabe virá outra vez
Disseram que as ondas do mar
nunca findaram e talvez
o sol e o amanhã sempre vem
Te vou quando já não és como antes
E assim percebo que ri ao ver o rio
Temi, pensava eu que ia ter frio
Esqueci de quando era eu um errante
Voltei ao retornado de sempre latente
Morri, que é pra dar vida ao amante
e assim daquele, hoje sou mais distante
Das redes que jogam ao mar
confiam que algo virá
Quem sabe virá outra vez
Disseram que as ondas do mar
nunca findaram e talvez
o sol e o amanhã sempre vem
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