O reinado do ego, sempre vinha,
Assolava-te, constrangia-me, humilhava-os.
Era tão díficil pôr o ego de lado?
Para que o primeiro vento, senvido-se, levava-o?
Senti a solidão que a madrugada oferecia-me,
A noite era tão sombria, quanto sua arrogância;
Tu, sempre alma vazia,
Eu sempre, homem de desconfianças.
Desconfiava até de minha sombra... Mas, não se assombre!
Já tarda nossa acrasia...
Como não hei-de dizer um dia:
Agora que esclarecido, ouça: "antes sozinho, do que em tua companhia."
Óh pobre amigo: És um guri de merda!
Condenas o que mesmo fazias.
Assolava-te, constrangia-me, humilhava-os.
Era tão díficil pôr o ego de lado?
Para que o primeiro vento, senvido-se, levava-o?
Senti a solidão que a madrugada oferecia-me,
A noite era tão sombria, quanto sua arrogância;
Tu, sempre alma vazia,
Eu sempre, homem de desconfianças.
Desconfiava até de minha sombra... Mas, não se assombre!
Já tarda nossa acrasia...
Como não hei-de dizer um dia:
Agora que esclarecido, ouça: "antes sozinho, do que em tua companhia."
Óh pobre amigo: És um guri de merda!
Condenas o que mesmo fazias.
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