Do carnaval em pandemia desatada
o Homem da Meia-Noite
pisando os ombros da vida
caminha os passos não dados
navegando pelas esquinas
como se fosse um pedaço
do que restou de Olinda
e o carnaval tão calado
ensaia um frevo dolente
que escorre pelas ruas
como se fora corrente
que navegasse um futuro
de desejos recorrentes
é que o frevo é a memória
que tange esses viventes
pisando os ombros da vida
caminha os passos não dados
navegando pelas esquinas
como se fosse um pedaço
do que restou de Olinda
e o carnaval tão calado
ensaia um frevo dolente
que escorre pelas ruas
como se fora corrente
que navegasse um futuro
de desejos recorrentes
é que o frevo é a memória
que tange esses viventes
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