Silêncio manietado

Manietado o silêncio sucumbe praguejando asperamente
Escorrega no musgo do tempo uma memória tão caótica
À espreita a solidão ali dormita incógnita e mais neurótica
Assim marcham as horas fúteis ilusórias e quase narcóticas
Palavras destemidas e coesas despertam rimas tão osmóticas
Dão um derradeiro impulso às preces carentes mas apoteóticas
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Capelas Imperfeitas ! Batalha Portugal
Capelas Imperfeitas ! Batalha Portugal
Chamam-nas de Capelas Imperfeitas
Todavia, a perfeição é req…
Armando A. C. Garcia
You look fine tonight
You are looking fine tonight Watching the stars and the moon Shining at night in the sky That is so beautiful Yes our Father made The sta…
Aldo gabbay kraas
Romaria
há sempre um amor mesmo à deriva tentando inflar as veias da vida pulsa-lo em tudo quanto desejo abarcar o mundo de tanto vivê-lo habitar…
AurelioAquino
últimas palavras
resguardo a mim as palavras de fúria
que escondem a angústia de existir não escolhendo e
viver morrendo
se conformar com e…
feudido