Excerto: Um dístico à um sol vestido de negro
Encontram-se quase indiferentes,
Coluna cervical e rocha seca.
Um tetragrama maldesenhado
Ceceia o invento de Jorge de Lima.
Tudo fez parte da criação,
Tão somente os peregrinos foscos e
Espaçamentos vorazes de céu e mar,
Congelando o coração do colibri.
Em meio à rosa de negra face
Tu, ó enfant terrible, me renasce
Num novo tempo, abalroado
Com o cheiro dos deuses dançantes,
Junto à Lua Nova, encobrindo
De negro, à sombra, esse Sol
De um povo mui antigo.
"O navegante atordoado, remando, encontra
"Toscas formas pelo largo da baía celeste.
"Ó pobres funestos, parem de me chamar!"
Não, não era nada. A fonte
Queimou,
O sangue, bela bebida a quem vós
Me oferecestes, travou coagulado
Adjunto ao litoral. Termina por aqui
O fim, de novo, amanhecido.
Coluna cervical e rocha seca.
Um tetragrama maldesenhado
Ceceia o invento de Jorge de Lima.
Tudo fez parte da criação,
Tão somente os peregrinos foscos e
Espaçamentos vorazes de céu e mar,
Congelando o coração do colibri.
Em meio à rosa de negra face
Tu, ó enfant terrible, me renasce
Num novo tempo, abalroado
Com o cheiro dos deuses dançantes,
Junto à Lua Nova, encobrindo
De negro, à sombra, esse Sol
De um povo mui antigo.
"O navegante atordoado, remando, encontra
"Toscas formas pelo largo da baía celeste.
"Ó pobres funestos, parem de me chamar!"
Não, não era nada. A fonte
Queimou,
O sangue, bela bebida a quem vós
Me oferecestes, travou coagulado
Adjunto ao litoral. Termina por aqui
O fim, de novo, amanhecido.
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