Passarinho

Passarinho bonitinho
simplesinho ,
como Deus sugeriu que deveríamos ser,
Mas aos que pretendem ser
semi deuses ,
desatina a vida, a alegria.
Passarinho bonitinho,
de penas multicoloridas,
de atos pensados ,
como os nossos deveriam ser.
Essa vida econômica de realidade
econômica também em palavras e atos.
Perdida em qualquer momento mágico
da infância ,ofegante por viver em tempo inimigo.
Quando se agasalha ,
com as vestes do viver simples ,
constrói se ótimos humanos e,
tudo conspira a favor ,
não se ignora o ultimo desta corrida estúpida ,
porque o sepulcro é para todos .
O caminhar é distante ,
a vida ,não tão segura na mão dessa gente.
Legião de desavisados e desalmados,
não me falem de espíritos fracos
quem fraqueja morre neste mundo.
Não serei devoto dos lobos em pele de cordeiro
Serei fã quando chegar a próxima estação
A de Deus, se o Mesmo permitir!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotinas
gostar de rotinas faz-me gostar muito mais dos dias que não sabem a ontem
Isabel Pires
Mimos
às vezes o amor
aproveita-se das ausências
veste-se de filamentos de nós
e invade os dias que nascem iguais
para os tornar e…
Isabel Pires
Carmesim
há um encanto especial nos dias curtos do verão tardio.
o sol, em promessa de brevidade, beija-nos a pele com vontade de ficar.
…
Isabel Pires
A meias
raia a manhã na consciência tempo entardecido insistência rastros do homem em sua ausência a que foge de si a que lhe intenta construir-s…
AurelioAquino