Oxente!
Oxente, que tempo tão triste
Que me deixa impaciente
Pessoas no mundo morrendo
Me sinto impotente
Não sei como ajudar
Um vírus tão inconsequente
Pode o mundo mudar
Mostrando nossas fraquezas
Por que será ?
Mas quero muito contribuir
Ajudando de alguma maneira
Pra o sofrimento diminuir
Eu sei que agora parece difícil
Ele quer nos destruir
Não sei com que propósito
Nosso coração quer atingir
Será que era preciso acontecer
Desse vírus aparecer
Pra que possamos refletir
Com tantas mortes aprender
De uma forma tão trágica
Muitas vezes fatal
Levando nossos corpos
Destruindo muitas famílias
Como se a morte fosse natural
Mas temos uma esperança
De poder contribuir
Aprendendo na pandemia
Nosso espírito evoluir.
De: Ciríaco
Que me deixa impaciente
Pessoas no mundo morrendo
Me sinto impotente
Não sei como ajudar
Um vírus tão inconsequente
Pode o mundo mudar
Mostrando nossas fraquezas
Por que será ?
Mas quero muito contribuir
Ajudando de alguma maneira
Pra o sofrimento diminuir
Eu sei que agora parece difícil
Ele quer nos destruir
Não sei com que propósito
Nosso coração quer atingir
Será que era preciso acontecer
Desse vírus aparecer
Pra que possamos refletir
Com tantas mortes aprender
De uma forma tão trágica
Muitas vezes fatal
Levando nossos corpos
Destruindo muitas famílias
Como se a morte fosse natural
Mas temos uma esperança
De poder contribuir
Aprendendo na pandemia
Nosso espírito evoluir.
De: Ciríaco
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*