Cânticos em desarmonia, Coronavírus
A tarde chega,
vestida de silêncio e uma aparente calma,
que nos assusta e penetra na alma.
Só as aves voam numa cidade,
onde os passarinhos deixaram de chilrear,
eles que pressentem o nosso medo,
de um maldito vírus que nos quer matar.
Olhando o entardecer que se declina,
com os raios de sol a brilhar na colina,
a tristeza inunda o meu já doloroso peito,
ao recordar como foi triste este dia,
as aves entoam cânticos em desarmonia,
foi ai ao som desse canto que nasceu esta triste poesia...
Luzern, 24.03.2021, João Neves
vestida de silêncio e uma aparente calma,
que nos assusta e penetra na alma.
Só as aves voam numa cidade,
onde os passarinhos deixaram de chilrear,
eles que pressentem o nosso medo,
de um maldito vírus que nos quer matar.
Olhando o entardecer que se declina,
com os raios de sol a brilhar na colina,
a tristeza inunda o meu já doloroso peito,
ao recordar como foi triste este dia,
as aves entoam cânticos em desarmonia,
foi ai ao som desse canto que nasceu esta triste poesia...
Luzern, 24.03.2021, João Neves
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