PostScript
E será que valeu?
Ainda acredito no milagre,
ainda acredito no fim da tarde,
como uma missão,uma verdadeira determinação.
seja por ti, ou pelo amor, que me diga,
a que vim então?
Não me parece correto, mas que seja leal
que para este mundo não viemos para valer um real,
vejo ricos muito pobres, e pobres muito ricos
o que seria a balança da justiça senão um conceito subjetivo
a que vim então?
Há quem tenha nascido para do doce fruto comer,
e desde cedo nunca a morte temer,
digo,pois, que tenha visto uma criatura pobre,
sem conhecimento do ouro, quiçá do cobre, desgraçada e pouco amada,
a que vim então?
Vim para descobrir que há muitos jeitos de viver,
seja para aprender a amar, seja para aprender a sofrer,
neste mundo descobri os diversos caminhos da vida, e da sobrevida também,
lutei por uma causa justa, uma causa gratuita, imposta, me senti refém,
refém do medo, refém de mim mesmo, porém ao mesmo tempo são
Após isso tudo, ao fechar das cortinas, não houve cerimônia,
não havia medalhas ou trofés, engolhi meu orgulho, senti vergonha,
lembrei da chuva que não tomei, lembrei do joelho que não ralei,
lembrei do coração que não bateu, lembrei e logo esqueci, não havia outra,
era somente aquela, bem ali, resta aceitar então
Ainda acredito no milagre,
ainda acredito no fim da tarde,
como uma missão,uma verdadeira determinação.
seja por ti, ou pelo amor, que me diga,
a que vim então?
Não me parece correto, mas que seja leal
que para este mundo não viemos para valer um real,
vejo ricos muito pobres, e pobres muito ricos
o que seria a balança da justiça senão um conceito subjetivo
a que vim então?
Há quem tenha nascido para do doce fruto comer,
e desde cedo nunca a morte temer,
digo,pois, que tenha visto uma criatura pobre,
sem conhecimento do ouro, quiçá do cobre, desgraçada e pouco amada,
a que vim então?
Vim para descobrir que há muitos jeitos de viver,
seja para aprender a amar, seja para aprender a sofrer,
neste mundo descobri os diversos caminhos da vida, e da sobrevida também,
lutei por uma causa justa, uma causa gratuita, imposta, me senti refém,
refém do medo, refém de mim mesmo, porém ao mesmo tempo são
Após isso tudo, ao fechar das cortinas, não houve cerimônia,
não havia medalhas ou trofés, engolhi meu orgulho, senti vergonha,
lembrei da chuva que não tomei, lembrei do joelho que não ralei,
lembrei do coração que não bateu, lembrei e logo esqueci, não havia outra,
era somente aquela, bem ali, resta aceitar então
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
As tormentas da vida.
Todas as tormentas que saem da vida ... é porque nunca se ama - Eu não sou conhecido por essa particularidade , mas sim por adorar muito …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Guardados
o mar nem sente do despejar as ondas acorda os rios da gente essa vontade inata transbordar o que se sente jeito apressado de esconder-se…
AurelioAquino
COMO EU SOFRO
Sofro por ser honesto, Por falar o que deve ser dito, Para alguns eu não presto, Mas pelo menos não minto!
Celso Ciampi
Um texto sobre a terceira idade.
Não me preocupo com minha decadência física ... mas sim com a dignidade de sobreviver em um mundo cada vez mais capitalista e desumano. B…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*