Amor velado
Eu não te amo, pelo menos não brevemente, eu te vejo no brilho atraente da lua, que me causa melancolia por demasiado.
Eu te vejo no pôr do sol, no suave pouso das borboletas, teu toque, seu sorriso brilha como o sol quando se desvencilha das nuvens, tua voz, ressoa como o canto do sabiá com o mais belo e suave canto.
Eu não te quero, pelo menos não pouco, ou pela metade.
Eu estou entregue, como um pássaro decidido a levantar voo e flutuar sobre os céus.
Neste laço ambíguo, sofro demasiadamente por este indistino recíproco.
Como uma lança sedenta pelo alvo o desencontra, tenho vivido dias fúteis.
A falta da luz do sol tem me deixado nas trevas destes sentimentos amargos, que me causam inquietação na alma.
Eu quero estar aqui, mas não minguadamente, do contrário prefiro seguir meu caminho com este coração irrealizado, a procura de um novo ciclo da lua.
Ramon Avilla
Eu te vejo no pôr do sol, no suave pouso das borboletas, teu toque, seu sorriso brilha como o sol quando se desvencilha das nuvens, tua voz, ressoa como o canto do sabiá com o mais belo e suave canto.
Eu não te quero, pelo menos não pouco, ou pela metade.
Eu estou entregue, como um pássaro decidido a levantar voo e flutuar sobre os céus.
Neste laço ambíguo, sofro demasiadamente por este indistino recíproco.
Como uma lança sedenta pelo alvo o desencontra, tenho vivido dias fúteis.
A falta da luz do sol tem me deixado nas trevas destes sentimentos amargos, que me causam inquietação na alma.
Eu quero estar aqui, mas não minguadamente, do contrário prefiro seguir meu caminho com este coração irrealizado, a procura de um novo ciclo da lua.
Ramon Avilla
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