Tramar
Falo que você tem os meus defeitos.
E soturnamente vejo.
Você a socializarme.
E até como e!brilho de presente,fazer de protetora das virtudes e as projeta em meio a vícios na gente.
No seu antro coisa assim.
Não é mais complô pra mim.
Por que sei o que tenho.
E se não soubesse,o ladrão diz.
Venho e rouba e aparecem até pessoas.
Pra matar.
E civilidade nenhuma possuíam.
E soturnamente vejo.
Você a socializarme.
E até como e!brilho de presente,fazer de protetora das virtudes e as projeta em meio a vícios na gente.
No seu antro coisa assim.
Não é mais complô pra mim.
Por que sei o que tenho.
E se não soubesse,o ladrão diz.
Venho e rouba e aparecem até pessoas.
Pra matar.
E civilidade nenhuma possuíam.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Desprezo.
O Amargor de um desprezo é sentido por todos os humanos ... por animais selvagens e domésticos - Aqui no meu bairro existia um ser human…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Lamentos II
Meus sentimentos estão a enfraquecer pois nada encontro ... para me fortalecer - a não ser o amor de Adonai em seu eterno perdão - para…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Caburé
No teu céu noturno
deixa-me do profundo
ser a Lua serena e mansa,
e ser todas as estrelas
ao redor em festança
e sarau de…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
coisa ruim
Coisa ruim, exasperante, é música de pernilongo no seio da amada madrugada, sim, empecilhos ao bom humor há tantos quantos grãos de a…
Darlan de Matos Cunha