Consequente
Tudo que de mim invade
Esvai no corpo em desabrigo
E limpa alva a mais pele suja
De morrer, na culpa, apodrecido.
Lividamente sabem:
a cor é o sinal do sacrifício
De quem na vida não mede coragem
De sangrar veneno até secar retinto.
As manchas ocas das marcas quase
Não mostram o medo dos secretos
Gritos
Que do silêncio entre os ecos saem
A dor das vozes que me querem
Ouvido.
Comentários (1)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
2021-04-03
Poeta,a escrita,para mim, tem que provocar reações.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*