cunhatã Lobo
Quem me dera sobreviver ao delírio
Sou tolo e insípido
. . . . . . .
. . . . . . .
O sal transborda a mesa
Seus passos recorrentes a porta
Meu medo, minha alma
. . . . . .
. . . . . .
Os lábios tão doces
Tua fome, minha cede
Mata em mim essa vontade
Ou me deixe em paz
Neste quarto vazio
Nesta solidão eterna.
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