cunhatã Lobo
Quem me dera sobreviver ao delírio
Sou tolo e insípido
. . . . . . .
. . . . . . .
O sal transborda a mesa
Seus passos recorrentes a porta
Meu medo, minha alma
. . . . . .
. . . . . .
Os lábios tão doces
Tua fome, minha cede
Mata em mim essa vontade
Ou me deixe em paz
Neste quarto vazio
Nesta solidão eterna.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotinas
gostar de rotinas faz-me gostar muito mais dos dias que não sabem a ontem
Isabel Pires
Mimos
às vezes o amor
aproveita-se das ausências
veste-se de filamentos de nós
e invade os dias que nascem iguais
para os tornar e…
Isabel Pires
Carmesim
há um encanto especial nos dias curtos do verão tardio.
o sol, em promessa de brevidade, beija-nos a pele com vontade de ficar.
…
Isabel Pires
A meias
raia a manhã na consciência tempo entardecido insistência rastros do homem em sua ausência a que foge de si a que lhe intenta construir-s…
AurelioAquino