Na plena transparência dos silêncios escoa a luz
Horizontalmente etérea, sublime e sem tutela
Na vitrine da solidão cantarolam gestos à capela

Além uma fluorescência diurna umidifica aquela
Brisa que ruma ao infinito ávida e tão espalhafatosa
Só o tempo se perde numa labiríntica hora mais sinuosa

Frederico de Castro
145 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.