Milagres.
MILAGRES
Claudio Silveira
Quando a impossibilidade bateu à porta
minha alma parecia morta,
um choro que se escondeu, ninguém percebeu.
Quando a vida quis partir
levando com elas meus amores, eu senti,
doeu no coração, desespero, aflição.
Quando tudo caminhou para fim
a fé quis se desprender de mim
horror, desespero, clamor assim.
Eu gritei, a morte assustei, clamei
dos céus Ele ouviu, me atendeu
a mim devolveu, meu bem maior
os amores que eram meus.
Um milagre se formou, aconteceu
Deus enviou, se curou, saiu do leito,
da enfermidade ressuscitou.
Quando tudo caminhara para a escuridão
minha voz virou oração, virou energia
e de Deus veio o Milagre para
a vida das Reginas e também das Marias.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael