Sandino ayer! Sandino hoy! Sandino siempre!
és novamente jovem Nicarágua
do peito de Sandino, dos braços do teu povo
o sangue afogou as tuas rugas
e, em tuas ruas, tu és tu de novo
da magreza dessa aurora americana
embrulhada na escuridão da vida
tu saltastes com tua gente
nos ombros do dia sandinista
és novamente terra, Nicarágua
nos risos dos teus camponeses
trançada neste vão da América
pelo amor de teus guerrilheiros
és novamente vida, Nicarágua
desde Manágua até o infinito
pois dormes agora com a alegria exata
de quem sonhou com o seu próprio riso
do peito de Sandino, dos braços do teu povo
o sangue afogou as tuas rugas
e, em tuas ruas, tu és tu de novo
da magreza dessa aurora americana
embrulhada na escuridão da vida
tu saltastes com tua gente
nos ombros do dia sandinista
és novamente terra, Nicarágua
nos risos dos teus camponeses
trançada neste vão da América
pelo amor de teus guerrilheiros
és novamente vida, Nicarágua
desde Manágua até o infinito
pois dormes agora com a alegria exata
de quem sonhou com o seu próprio riso
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