Ao vento
Ao vento podes ir.
Como semente ai vento.
E se tornar da ave excremento,aquela que passava ali.
E como pão bolorento.de um faminto sedento.
Uma criança que dorme assim.
E nunca crescer em fim.
Pois digerida foi para se tornar excremento.
E assim lamento,de uma planta que crescida te gerou enfim.
E das aves que folgazes voam e plainam assim.
Como semente ai vento.
E se tornar da ave excremento,aquela que passava ali.
E como pão bolorento.de um faminto sedento.
Uma criança que dorme assim.
E nunca crescer em fim.
Pois digerida foi para se tornar excremento.
E assim lamento,de uma planta que crescida te gerou enfim.
E das aves que folgazes voam e plainam assim.
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