A fome bate a porta,
Cumdre e cunpade.
Criancada.
E que não se levanta pro sacode e aperta como dá.
Vê como os peão falam as latas bater ou como outros a necessidade.
Por isso aperta.
E chega o rei.
Até como o pão o dia,ou a pele de porco cozida como compania.
A sambiquira o arroz com ovo.
Cumdre e cunpade.
Criancada.
E que não se levanta pro sacode e aperta como dá.
Vê como os peão falam as latas bater ou como outros a necessidade.
Por isso aperta.
E chega o rei.
Até como o pão o dia,ou a pele de porco cozida como compania.
A sambiquira o arroz com ovo.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
NÃO SEI...
Escrevo esse poema, Sem saber o que dizer, Deixo sair as palavras Meio sem querer. Quero ver onde chego, E se chego a algum lugar, Talve…
Celso Ciampi
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo