O pássaro noturno
Um pássaro noturno estava cantando da solidão
nas ruínas á luz da lua gelada.
Campos sombrios se estendiam ao redor;
o céu estava cristalino e preto;
alguns troncos retorcidos de árvores mortas
pareciam ser figuras humanas.
Nada perturbava o diamante da noite.
Nada além da voz desesperada do pássaro.
Ele chorou de novo e de novo,
tentando acordar o mundo adormecido.
Esta voz triste chicoteou de novo e de novo
através do espaço congelado,
através da imobilidade,
apesar da indiferença...
Ninguém a ouviu quebrar o diamante.
2014
nas ruínas á luz da lua gelada.
Campos sombrios se estendiam ao redor;
o céu estava cristalino e preto;
alguns troncos retorcidos de árvores mortas
pareciam ser figuras humanas.
Nada perturbava o diamante da noite.
Nada além da voz desesperada do pássaro.
Ele chorou de novo e de novo,
tentando acordar o mundo adormecido.
Esta voz triste chicoteou de novo e de novo
através do espaço congelado,
através da imobilidade,
apesar da indiferença...
Ninguém a ouviu quebrar o diamante.
2014
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski