Mini balada de Mariana
Mariana tombou seu riso
Caiando de azul a solidão
Nas Curvas loucas de juízo
Em passo miúdo, sonho anão
Correu calçada ja farta dela
Ansiando ver alem fumo e dor
Um rosto, arma e sol da fivela
De quem partiu, tão sonhador
Mas de negro, erguida maré
Trouxe noite ao azul celeste
Uma carta, desespero sem pé
Maldita sorte, o amante veste
Mariana enviuvou sem riso
E nunca mais dele sentiu dó
Apenas dor, idade sem friso
Na solidão de nunca ser avó
Na Guerra matou seu amor
Na vida secou rosto e vigor
Agora resta apenas a idade
que senil arrasta, numa cidade
Caiando de azul a solidão
Nas Curvas loucas de juízo
Em passo miúdo, sonho anão
Correu calçada ja farta dela
Ansiando ver alem fumo e dor
Um rosto, arma e sol da fivela
De quem partiu, tão sonhador
Mas de negro, erguida maré
Trouxe noite ao azul celeste
Uma carta, desespero sem pé
Maldita sorte, o amante veste
Mariana enviuvou sem riso
E nunca mais dele sentiu dó
Apenas dor, idade sem friso
Na solidão de nunca ser avó
Na Guerra matou seu amor
Na vida secou rosto e vigor
Agora resta apenas a idade
que senil arrasta, numa cidade
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