Suicídio das rosas
Uma aliança, fio por fio,
No céu, gozava o escarlate
Entre as sombras e abate,
Como as balas do fuzil.
E atiravam-se as rosas
às armadilhas da má terra.
E florescia, na velha guerra,
A arma das pétalas raivosas.
E tão escuro era o semblante
Da morte nunca acalmada,
Que se fez fria e cosntante.
E dos espinhos saía a agulha
Para fincar a dor cortante,
Para cravar a hostil granada.
No céu, gozava o escarlate
Entre as sombras e abate,
Como as balas do fuzil.
E atiravam-se as rosas
às armadilhas da má terra.
E florescia, na velha guerra,
A arma das pétalas raivosas.
E tão escuro era o semblante
Da morte nunca acalmada,
Que se fez fria e cosntante.
E dos espinhos saía a agulha
Para fincar a dor cortante,
Para cravar a hostil granada.
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