constantes movimentos de inquietude
carregam os dias sob fechos de luz
derramo-me sobre este crepúsculo infindo
mas escondo-me das impressões diafragmáticas
que me fazem quase sentir a morte
por que tudo corre?
o resplendor me agride
o seu modo de produção me agride
mas respeito minha r-evolução
me fundo àquelas simbólicas estátuas
e todo o bronze espalhado pelo meu corpo
faz de mim monumento
monumento de lamento.
carregam os dias sob fechos de luz
derramo-me sobre este crepúsculo infindo
mas escondo-me das impressões diafragmáticas
que me fazem quase sentir a morte
por que tudo corre?
o resplendor me agride
o seu modo de produção me agride
mas respeito minha r-evolução
me fundo àquelas simbólicas estátuas
e todo o bronze espalhado pelo meu corpo
faz de mim monumento
monumento de lamento.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.