Gato do Mato
Eu sou gato do mato
Eu ainda sou bicho do bicho selvagem
Sou leve, solto, disfarçado
Viro toco para não ser visto
Sou parte do esconde-esconde da natureza
Sou parte da magia
E da brincadeira de vida e morte
Sou da influência do sol a marte
Levo tombos e rasteiras
Dou cambalhotas e me viro no ar
Sou um gato selvagem
Disfarço-me entre humanos
Faço-me de domado
E salto para fora do caos
Na hora em que o bicho quer me pegar
Sou um gato selvagem
Espreito a beira do abismo
Esperando o que há de vir.
Escrito por: Renilson Durãe
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