Aos prêtos
Aos pretos, digo-lhes que desde o início da nossa existência somos expostos a uma sucessividade de experiências traumáticas que impregnam em nossa personalidade e que se manifestam das mais variadas e doloridas formas na nossa existência material e subjetiva. Dói. Sob o manto que me encoberta, sob a memória que me atormenta, sob o pensamento que não me alenta, aos prêtos, peço-lhes que mantenham-se vivos, resilientes, há muito tempo, norteio nos viciosos ciclos do mas, expondo a mais tragediosa vivência. Mas, quero-lhes pulsantes, por mais difícil que seja a caminhada, mantenham-se fortes. Enfraquecido e compreendido que forte, não sou, sopro esperança a vocês, mantenham-se fortes, corajosos e com um bom coração. Eu não sei se consegui, mas tentei e levei tal principiologia com muito amor e meta de vida. Mantenham-se fortes.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski