Relato
Eu então com topete matando aula e ele sempre dizia de um.lugar onde ficávamos conversando,uma esquina da cidade,ele dizia cola na banca,não se trata de cassino como dizem a banca sempre ganha,e sim uma expressao da gíria paulista e eu depois de um tempo escrevi no muro onde ele havia estoutado uma bomba caseira feita com pólvora de fogos de artifício,eu inconscientemente pensei por um instante na banda Kiss,escrevi forever.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
ABORTO - (I) e (II)
ABORTO - (I)
Medo, angústia, desespero, remorso
Com maior ou menor repercussão
Em função do nível…
Armando A. C. Garcia
Abominação - 08/08/2012
Abomino o ódio e a farsa
O álcool, o vício e a droga,
Corrupção e o comparsa,
A mentira de quem roga.
…
Armando A. C. Garcia
Abjeta ansiedade. - 25/06/2026
De tanta dúvida que aflora ao pensamento
Chego a ter dúvida, dúvida da verdade,
Não tenho a fiel certeza, um só momento…
Armando A. C. Garcia
Abissal abismo ! - 01-05-2013
Começo a pensar neste universo de incertezas Se devo temer, ainda o abissal abismo, Pois de ver crescer imunidades insanas Onde campeiam …
Armando A. C. Garcia