Relato
Gum tal pintor ficava com.uma moça sem casa que alcunhou Samudio como do caso policial,e ele ficava com um ao um grandão que ficou magrelo de crack,e ele me ameaçou num show de gritos quando eu dopado,por ir de moto taxi com ele na boca e não ter o dinheiro pra pagar o moto taxi,que fui,e a tal Samudio morava com ele pois a casa do pintor houve um incêndio e ele me disse ela ter doença venerea.E eu uma vezn o bar conversando com eles disse algumas coiaas sobre Bramanismo e filosofia sem atenção e dopado e esperando usar drogas,e ele falava de um filosofo que não se recordava e havia lido não sabendo a obra nem o nome do filósofo,um lapso dele uma conversa onde eu esperava crack de outro em mesa de bar.Algo que não ocorreu.Ou esperava um dinheiro do dono do bar que me devia um relógio digital vendi barato para fumar crack e ele me devolveu.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A mulher dos meus encantos - 15/06/2022
A mulher dos meus encantos
Num castelo de ilusões,
Foi a mulher dos meus prantos,
Que não dormiu em meus lençó…
Armando A. C. Garcia
A miséria ! - 27-03-2021
A miséria corre franca
Nestes tempos de amargura,
E com sua fúria espanca,
O trabalhador com agrura.
…
Armando A. C. Garcia
À Minha Musa - 16/03/2015
Porque me deixas sozinho
- Nesta idade que já estou,
Tu, és a luz do meu caminho
És o meu pão, o meu vinho. …
Armando A. C. Garcia
À mercê da contingência - 29/04/2026
À mercê da contingência
Que o Estado nos oferece,
Vemos que a degenerescência
Só aumenta... não arrefece.
…
Armando A. C. Garcia