A fonte do amor
Um viajante,
Uma vez dissera,
Que havia uma fonte gritante,
Mas todos perguntaram: “Como pudera?”.
Ninguém acreditou,
Naquela pura verdade,
Todo mundo o gozou,
Com uma tremenda vaidade.
A fonte,
Fora por todos descoberta,
Longe da linha do horizonte,
E todos souberam,
Que aquela fonte existia.
Era a fonte do amor,
Que estava para ficar,
Seja como for,
Viva vai continuar.
Uma vez dissera,
Que havia uma fonte gritante,
Mas todos perguntaram: “Como pudera?”.
Ninguém acreditou,
Naquela pura verdade,
Todo mundo o gozou,
Com uma tremenda vaidade.
A fonte,
Fora por todos descoberta,
Longe da linha do horizonte,
E todos souberam,
Que aquela fonte existia.
Era a fonte do amor,
Que estava para ficar,
Seja como for,
Viva vai continuar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotinas
gostar de rotinas faz-me gostar muito mais dos dias que não sabem a ontem
Isabel Pires
Mimos
às vezes o amor
aproveita-se das ausências
veste-se de filamentos de nós
e invade os dias que nascem iguais
para os tornar e…
Isabel Pires
Carmesim
há um encanto especial nos dias curtos do verão tardio.
o sol, em promessa de brevidade, beija-nos a pele com vontade de ficar.
…
Isabel Pires
A meias
raia a manhã na consciência tempo entardecido insistência rastros do homem em sua ausência a que foge de si a que lhe intenta construir-s…
AurelioAquino