Poente nas Astúrias

Como é doce o poente nas Astúrias
Partilhá-lo e amarrá-lo no imaginário
Horizonte de cada eco pujante e mercenário
Escondido no tempo além dormitando cromático
Flutua um dormente silêncio mui tranquilo e automático
Assim se disfruta deste ponte reinventado, flamejante e profilático
Frederico de Castro
Comentários (1)
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2021-06-13
Parabéns Poeta! Inspiração com profundidade!!!
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