addio
Eu não imagino o desprezo, eu o vejo.
Eu não penso na solidão, eu a toco.
Eu não me transporto ao \"mas\", eu o vivo.
Os meus adeus são carregados de viciosos e ilusivos mas. Mas, mas, mas. A melancolia nas condutas comissivas e omissivas são cortantes, soam como uma chaga em meu coração. Do dito \\"a gente sabe como termina quando começa desse jeito\\" (FERREIRA, 2018), eu bem sei sempre como é o meu final, porque ele tá ligado ao meu início. De sentimentos peculiares, de experiências particulares, de fantasiosas bondades, vejo que o sol, de fato, não é tão bonito pra quem vem do Norte e vai viver na rua. Dói, e nesta tragediosidade toda, continuo nesta repentina e emergente partida, partindo em meus versos, pois eles, aqui, não sao meu refúgio, mas parte do cortante e lamurioso caminho. Tudo é dolorido, entender o porque, é machucante.
Sono ferito, addio.
Eu não penso na solidão, eu a toco.
Eu não me transporto ao \"mas\", eu o vivo.
Os meus adeus são carregados de viciosos e ilusivos mas. Mas, mas, mas. A melancolia nas condutas comissivas e omissivas são cortantes, soam como uma chaga em meu coração. Do dito \\"a gente sabe como termina quando começa desse jeito\\" (FERREIRA, 2018), eu bem sei sempre como é o meu final, porque ele tá ligado ao meu início. De sentimentos peculiares, de experiências particulares, de fantasiosas bondades, vejo que o sol, de fato, não é tão bonito pra quem vem do Norte e vai viver na rua. Dói, e nesta tragediosidade toda, continuo nesta repentina e emergente partida, partindo em meus versos, pois eles, aqui, não sao meu refúgio, mas parte do cortante e lamurioso caminho. Tudo é dolorido, entender o porque, é machucante.
Sono ferito, addio.
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