Mãe
Minha alma queima vivamente em brasa.
Alimentada pelo amor encravado a minha nação.
Em meu sangue, aqueles que defrontaram suas batalhas.
Em meu corpo a cor de minha gente.
O amarelo dourado inundando o profundo e apático azul celeste.
O fervor crescente do futuro irresoluto.
Crescendo em meu peito a inveja por meus filho, selváticos e sonhadores.
Aqueles antes de mim que hoje rogam por meu livramento.
As filhas da terra que andejam em meu lado.
Levanta-se o fogo de meu ventre.
A esperança do meu destino.
Andrajo de meu povo sofredor.
Oh airosa rubra de meu sangue em brasa.
A terra vermelha em minhas mãos.
Um país erguido pelas mãos do povo.
Hoje se perde em arrasadura açodado.
Daquele que jurou a salvação.
Alimentada pelo amor encravado a minha nação.
Em meu sangue, aqueles que defrontaram suas batalhas.
Em meu corpo a cor de minha gente.
O amarelo dourado inundando o profundo e apático azul celeste.
O fervor crescente do futuro irresoluto.
Crescendo em meu peito a inveja por meus filho, selváticos e sonhadores.
Aqueles antes de mim que hoje rogam por meu livramento.
As filhas da terra que andejam em meu lado.
Levanta-se o fogo de meu ventre.
A esperança do meu destino.
Andrajo de meu povo sofredor.
Oh airosa rubra de meu sangue em brasa.
A terra vermelha em minhas mãos.
Um país erguido pelas mãos do povo.
Hoje se perde em arrasadura açodado.
Daquele que jurou a salvação.
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