ACASOS
Por fechar os olhos
Vislumbrei os meus sentimentos
Até então eu não os tinha nem claros nem livres
Foi no fixo breu dos olhos fechados
Que se tornaram iluminados
Libertos por estarem soltos
E de mim tão pertos quanto breves
Que os achei redescobertos pelo rosto
Fechar os olhos deveria ser tão contínuo
Quanto mantê-los despertos
Afinal é quando nos redesenhamos mórbidos
Que o encantado estado das coisas
Revela-nos como somos
Então a morte seria a profilaxia do acordado
Ou a esdrúxula condição do sono?
Metade de mim é essa arte que se reverte e desperta
Todo o resto é a outra parte
Que recobre de acasos meus atos
O portal do tempo é o parto
www.psrosseto@webnode.com
Vislumbrei os meus sentimentos
Até então eu não os tinha nem claros nem livres
Foi no fixo breu dos olhos fechados
Que se tornaram iluminados
Libertos por estarem soltos
E de mim tão pertos quanto breves
Que os achei redescobertos pelo rosto
Fechar os olhos deveria ser tão contínuo
Quanto mantê-los despertos
Afinal é quando nos redesenhamos mórbidos
Que o encantado estado das coisas
Revela-nos como somos
Então a morte seria a profilaxia do acordado
Ou a esdrúxula condição do sono?
Metade de mim é essa arte que se reverte e desperta
Todo o resto é a outra parte
Que recobre de acasos meus atos
O portal do tempo é o parto
www.psrosseto@webnode.com