Penumbra
Quando o sol por detrás das nuvens desaparece
se abrem sempre os meus olhos com prazer,
é como esperar o momento quando anoitece,
onde a escuridão ensina os meus olhos a ver.
Que alívio então que em mim acontece,
por sentir que á minha volta se pode esconder,
o destino, que na minha vida mais parece,
uma noite em que nunca irá amanhecer.
Melhor assim que se ensombre toda a luz,
onde possa esconder o pesar da minha cruz,
para que ninguém assista à minha desgraça.
Prefiro mil vezes, pela ventura ser esquecido,
do que mostrar-me ao mundo arrependido,
por encontrar esta penumbra que me abraça.
Eduardo Mesquita
se abrem sempre os meus olhos com prazer,
é como esperar o momento quando anoitece,
onde a escuridão ensina os meus olhos a ver.
Que alívio então que em mim acontece,
por sentir que á minha volta se pode esconder,
o destino, que na minha vida mais parece,
uma noite em que nunca irá amanhecer.
Melhor assim que se ensombre toda a luz,
onde possa esconder o pesar da minha cruz,
para que ninguém assista à minha desgraça.
Prefiro mil vezes, pela ventura ser esquecido,
do que mostrar-me ao mundo arrependido,
por encontrar esta penumbra que me abraça.
Eduardo Mesquita
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Flor da Minha Memória.
Bom dia flor do meu mau dia
Suas marionetes ainda funcionam?
E a sua lábia ainda corta ?
Lembra da corda que me prendia a você, …
Roney
Você.
Só você sabe por tudo que passei pra chegar até aqui, Só você.
Só tenho você em quem confiar.
Por que você não conta algo sobre voc…
Roney
Bem-vindo.
O mundo aqui não é como você pensa Tudo mudou, Esse não é o seu lugar Até você se adaptar Você morrerá. Sua opinião aqui não conta. Be…
Roney
Girassol.
Já de manhã, consigo avistar
O sol a raiar, já tenho que desabrochar,
A mesma rotina, todos os dias sem parar
Vamos lá! …
Roney