Tuas Magias
Eu contava histórias tão longas
desenhando mundos mágicos
sobre paredes enceradas.
Atentas, ouvias
sobre esqueletos barulhentos
de ossos luzidios,
se atracando nos precipícios.
Tu imaginavas
noite brancas e negras,
de luas magras.
Assustada, escondias
e por seu puro prazer
surgias.
Nestes mundos mágicos,
desconhecidos pelos não introduzidos,
ao próprio desconhecido, sempre,
trazem os visitantes errantes, barulhentos.
Força dos ventos...
Inquietantes ventos...
Que brincam com as luas magras.
ela, sabiamente, escondia e
desaparecia, como se mágica fosse.
E, quando do nada tu emergias,
deixava as estrelas atônitas,
sem saberem
se terra tinha virado céu.
Ou se eram simples coadjuvantes
naquele cenário de contos
repletos de divindades e segredos.
E tu, no toque da cartola,
no descerrar das cortinas,
outra vez, sumias...
Neste ínfimo e laminar espaço,
em que habitam sábios , magos,
e naturalmente tu, com tuas magias.
Presenteava-nos deixando desenhado
o céu estrelado, onde despontava
a estrela que naquele instante se tornaras.
E nós sentados na beira da estrada,
maravilhados e abismados,
calados, contemplávamos infinita pureza
de sua imensa riqueza.
desenhando mundos mágicos
sobre paredes enceradas.
Atentas, ouvias
sobre esqueletos barulhentos
de ossos luzidios,
se atracando nos precipícios.
Tu imaginavas
noite brancas e negras,
de luas magras.
Assustada, escondias
e por seu puro prazer
surgias.
Nestes mundos mágicos,
desconhecidos pelos não introduzidos,
ao próprio desconhecido, sempre,
trazem os visitantes errantes, barulhentos.
Força dos ventos...
Inquietantes ventos...
Que brincam com as luas magras.
ela, sabiamente, escondia e
desaparecia, como se mágica fosse.
E, quando do nada tu emergias,
deixava as estrelas atônitas,
sem saberem
se terra tinha virado céu.
Ou se eram simples coadjuvantes
naquele cenário de contos
repletos de divindades e segredos.
E tu, no toque da cartola,
no descerrar das cortinas,
outra vez, sumias...
Neste ínfimo e laminar espaço,
em que habitam sábios , magos,
e naturalmente tu, com tuas magias.
Presenteava-nos deixando desenhado
o céu estrelado, onde despontava
a estrela que naquele instante se tornaras.
E nós sentados na beira da estrada,
maravilhados e abismados,
calados, contemplávamos infinita pureza
de sua imensa riqueza.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Guardados
o mar nem sente do despejar as ondas acorda os rios da gente essa vontade inata transbordar o que se sente jeito apressado de esconder-se…
AurelioAquino
COMO EU SOFRO
Sofro por ser honesto, Por falar o que deve ser dito, Para alguns eu não presto, Mas pelo menos não minto!
Celso Ciampi
Um texto sobre a terceira idade.
Não me preocupo com minha decadência física ... mas sim com a dignidade de sobreviver em um mundo cada vez mais capitalista e desumano. B…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
As fontes secam.
Todas as fontes do bem querer secam ... quando não se repor o milagre da vida em seu esplendor. O nosso amor é longo e esta vida é curta…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*