UM LAR DE ESPLENDOR, UM LAR DE PAZ
Um lar de esplendor, um lar de paz, eu já chorei demais, eu já chorei demais. Onde não houve amor, a dor se fez az, e eu chorei demais, e eu chorei demais. Ontem pela primeira vez me senti fraco, muito impotente, o Espírito quebrado em cacos e decadente. Angustiado chorei na presença de alguém incomum, acuado e pressionado me senti apenas mais um em fraqueza de espírito. O choro, a dor, um rito de agonia, me senti desmoronar em nostalgia. Remédio nem para dor de cabeça, não entendo o tédio de quem quer que seja, qual é o seu problema? Com tantos transtornos vive um dilema, afundado em mágoas exigindo o que almeja, empurrando para mim todo o peso do mundo, chicoteando meu dorso deixando sulcos profundos. Achava que era inquebrável, inabalável, ontem chorei demais, fui danificado, com riqueza inigualável estava sendo provado no fogo, necessitando sorrir tudo que já havia chorado. Eu rogo por causa de um grande peso em meus lombos, tomado por decisões em meio aos escombros, não quero remédios como os que me ferem néscios, para encontrarem paz e conseguirem dormir um pouco, te julgando como sem valor, mas num frenesi louco com medo de não terem mais você e caírem em si. É como: você não presta, mas eu te amo, e é tudo que me resta, mas a inconformidade por terem perdido um amor que foi oferecido e ofertado os fazem tão cegos e desvairados, que são capazes de proezas tenazes para terem de volta nos braços esse amor que lhes dava a paz, a força, o afeto, e os melhores dons livre de incertezas.
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