MORRO DE CONTENTE
As casas fincam os pés na terra
Para que as intempéries
Não demovam suas sólidas sapatas
Pelos cômodos se espalham moveis
Cujos pés e pernas os tornam fixas sentinelas
À espera de quem os visite ou more
Quem passará pelas portas
Quem irá assistir das janelas
Quem deverá expulsar a treva acendendo as luzes
Expurgar os defeitos por dentro delas?
Todo prédio tem seu muro que delimita o quintal
Adversa e alerta que se respeite o portão
Portal donde livres transeuntes são as ideias
O coração é esse imóvel enraizado nas veias
Aguardando que amores e amigos venham
Habitem os sentimentos mais íntimos
E se espalhem seculares entrementes
Ainda que isto demore
Bem sabes que se moras no meu peito
Morro eu inquilino de contente
www.psrosseto.webnode.com
Para que as intempéries
Não demovam suas sólidas sapatas
Pelos cômodos se espalham moveis
Cujos pés e pernas os tornam fixas sentinelas
À espera de quem os visite ou more
Quem passará pelas portas
Quem irá assistir das janelas
Quem deverá expulsar a treva acendendo as luzes
Expurgar os defeitos por dentro delas?
Todo prédio tem seu muro que delimita o quintal
Adversa e alerta que se respeite o portão
Portal donde livres transeuntes são as ideias
O coração é esse imóvel enraizado nas veias
Aguardando que amores e amigos venham
Habitem os sentimentos mais íntimos
E se espalhem seculares entrementes
Ainda que isto demore
Bem sabes que se moras no meu peito
Morro eu inquilino de contente
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