Estação depressiva
Tic – tac, eu tenho um dom!
Não poderoso, nem esquizofrênico
Diminutas horas informadas pelo ROLEX de ouro
Inútil bem que não possuo ...
Nas andanças deste tempo as vezes paramos ...
Mas não visitamos o interior de nossa essência.
Tenho como adereço alguns relógios
Que não importunaram minha conta bancaria
Não são tão famosos, mas registram um tempo tão artificial para mim,
Meu DOM é marca de um relógio Chinês.
Mas poderia ser a servidão não adormecida,
Meu dom, talvez esteja perdido em minhas células misteriosas
Retornando a felizes tempos,
Viver de novo minha infância,
Retomar meus brinquedos, meu primeiro relógio
Primórdios na Vila Madalena
Minha arena do bem
Rua Arapiraca alegria e fantasia.
Eu queria ter um dos dons de Deus,
E ver mais alegria
Mas meu relógio DOM chinês
Fornece horas frias numa estação depressiva.
Não poderoso, nem esquizofrênico
Diminutas horas informadas pelo ROLEX de ouro
Inútil bem que não possuo ...
Nas andanças deste tempo as vezes paramos ...
Mas não visitamos o interior de nossa essência.
Tenho como adereço alguns relógios
Que não importunaram minha conta bancaria
Não são tão famosos, mas registram um tempo tão artificial para mim,
Meu DOM é marca de um relógio Chinês.
Mas poderia ser a servidão não adormecida,
Meu dom, talvez esteja perdido em minhas células misteriosas
Retornando a felizes tempos,
Viver de novo minha infância,
Retomar meus brinquedos, meu primeiro relógio
Primórdios na Vila Madalena
Minha arena do bem
Rua Arapiraca alegria e fantasia.
Eu queria ter um dos dons de Deus,
E ver mais alegria
Mas meu relógio DOM chinês
Fornece horas frias numa estação depressiva.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Le infante donzela. II
Somente minha alegria pode me tirar desta tristeza - solidão -de meus pensamentos e de meu vermelho coração que pulsa mesmo na ilusão. Me…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
JOGO FORA
Dou de ombros, dou de bico, Mando esse amor embora. Já virou um suplício, Insuportável até agora. Não quero mais você, Eu sei que também…
Celso Ciampi
O relho
o relho que não
é de uso cotidiano
tal qual a chuva
bate no nosso chão.
não há desculpa,
e sim desumanização.
…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
A Rota do Poente
Há sempre um vilarejo à frente
Lugar de chuviscos
E cercas baixas
De estrada coberta de pedras,
Incontáveis curvas …
Daisy