Do frevo como alvoroço
o frevo assim cantado
é uma rua sem fim
de todos os caminhos
que terminam em mim
é um riso desatado
nos bemóis em que debruça
é um tempo cheio de paz
nos ombros de uma luta
que leva o passo da vida
nos compassos que executa
é uma noite amanhecida
nos quatro cantos do mundo
são todas as complacências
das vontades de tudo
Olinda assim escanchada
nos ombros do seu povo
é um abraço envelhecido
no alvoroço do novo
é uma rua sem fim
de todos os caminhos
que terminam em mim
é um riso desatado
nos bemóis em que debruça
é um tempo cheio de paz
nos ombros de uma luta
que leva o passo da vida
nos compassos que executa
é uma noite amanhecida
nos quatro cantos do mundo
são todas as complacências
das vontades de tudo
Olinda assim escanchada
nos ombros do seu povo
é um abraço envelhecido
no alvoroço do novo
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