Caudal de ilusões

Num caudal de ilusões diagonais o poente transfunde-se neste
Indolente eco egoísta, íntimo, transparente e desproporcional
Petrificada e quase fossilizada a luz geme quântica e tridimensional
Num manancial de sussurros o silêncio apazigua uma carícia epitelial
Sorve ávida todo o diluvioso uivo rimando com um desejo temperamental
Assim se propagam as palavra dormitando numa brisa perfumada…tão passional
Frederico de Castro
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