PROVA DE VIDA
Perco a identidade
As mãos cansadas não produzem digitais
Sem as linhas os dedos aniquilam
Despersonalizam ante o incerto
Como me suprimissem do espelho
Não bastassem as senhas
Nem afirmativas de que ainda sou de verdade
Precisa um pouco mais ao demonstrar o que valho
No entanto não aceitas o argumento
De que gastei os meus dedos digitando versos
E as palavras que escrevi por mais que as leias
Não trazem o valor do desenho particular e íntimo da pele
No templo já velho onde habita esta minha alma
Creio que o sistema anda amorfo
Ao inverso a esta altura
Restar vivo é falho
www.psrosseto.webnode.com
As mãos cansadas não produzem digitais
Sem as linhas os dedos aniquilam
Despersonalizam ante o incerto
Como me suprimissem do espelho
Não bastassem as senhas
Nem afirmativas de que ainda sou de verdade
Precisa um pouco mais ao demonstrar o que valho
No entanto não aceitas o argumento
De que gastei os meus dedos digitando versos
E as palavras que escrevi por mais que as leias
Não trazem o valor do desenho particular e íntimo da pele
No templo já velho onde habita esta minha alma
Creio que o sistema anda amorfo
Ao inverso a esta altura
Restar vivo é falho
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