espinhos macios
o baile de máscaras
Anos melhores virão e
os amores se reencontrarão
as bocas se encaixarão
os abraços se acharão
as almas se (re) conectarão
e os nossos corações esperançosos, tolos (?) e apaixonados voltarão a bater de acordo com a frequência do amor e da paixão
-j.v
--
O que as redes sociais não podem te dizer
espinhos macios
caminhos distintos
amores efêmeros
caminhos distintos
laços não amarrados
caminhos distintos
vida de bobo, apaixonado
e mais alguns caminhos distintos
declarações falsas
mensagens forçadas
mais amores efêmeros
mais decepções amorosas
mais paixões
mais destinos
mais vidas
--
particípios do presente
agoniado
apaixonado
iludido
vivido
realizado
amargurado
desesperado
amarrado (...)
amedrontado
assustado
cansado
acordado (...)
-j.v
--
reflexão pandêmica
não saia de casa.
saia da sua zona de conforto
do seu pensamento fechado
da sua realidade.
crie coisas novas
experimente decifrar o que sua cabeça está tentando te dizer há anos
experimente viver
experimente aprender a lidar com a solidão
experimente se achar até não poder mais lidar consigo mesmo.
-j.v
--
você me ligou de madrugada
e eu não te atendi
e meu chão desmoronou
“me desculpa, eu não sabia”
-j.v
--
o porta-voz dos meus sentimentos
“escrevo-te estas linhas mal traçadas”
tentando escrever tudo o que eu sinto
tentando escrever esses sentimentos mal resolvidos.
tentando falar tudo e saindo nada
-j.v
--
(2)
6:00
7:00
8:00
9:00
Ainda não tenho notícias
Ainda não tenho respostas
Ainda não tenho coragem de te pedir desculpas
-j.v
--
declaração de fraternidade
não há democracia no seu reinado de regalias, desilusões e mandos.
não há amor no meio do teu caos
não há amor no teu jardim
não há amor nas tuas palavras
não há amor nas suas encomendas.
-j.v
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Poemas achados (ou encontrados?)
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
o fim...
No que eu me transformei?
O que eu virei?
Ao que aspirei?
Em quem eu me enxerguei?
A quem eu agradei?
Será que eu me agradei?
Quais ultrajes tenho cometido (será que eu tô tão errado assim?)
Não sei responder;
Só me basta questionar
E escrever até o meu último suspiro.
-j.v
--
espinhos macios
espinhos macios
consequências mal distribuídas
caminhos desertos
amores expostos e secretos.
O mundo parou
Mas não acabou.
O meu mundo acabou
Mas não parou.
-j.v
--
noites longas, berrantes, chatas, persuasivas, frias e duvidosas.
A noite parecia infinita.
A escuridão me assusta.
O meu mundo desaba a todo minuto.
A dor não passa.
Então eu fecho os olhos
E imagino tudo aquilo
Que pensei que teria.
-j.v
Anos melhores virão e
os amores se reencontrarão
as bocas se encaixarão
os abraços se acharão
as almas se (re) conectarão
e os nossos corações esperançosos, tolos (?) e apaixonados voltarão a bater de acordo com a frequência do amor e da paixão
-j.v
--
O que as redes sociais não podem te dizer
espinhos macios
caminhos distintos
amores efêmeros
caminhos distintos
laços não amarrados
caminhos distintos
vida de bobo, apaixonado
e mais alguns caminhos distintos
declarações falsas
mensagens forçadas
mais amores efêmeros
mais decepções amorosas
mais paixões
mais destinos
mais vidas
--
particípios do presente
agoniado
apaixonado
iludido
vivido
realizado
amargurado
desesperado
amarrado (...)
amedrontado
assustado
cansado
acordado (...)
-j.v
--
reflexão pandêmica
não saia de casa.
saia da sua zona de conforto
do seu pensamento fechado
da sua realidade.
crie coisas novas
experimente decifrar o que sua cabeça está tentando te dizer há anos
experimente viver
experimente aprender a lidar com a solidão
experimente se achar até não poder mais lidar consigo mesmo.
-j.v
--
você me ligou de madrugada
e eu não te atendi
e meu chão desmoronou
“me desculpa, eu não sabia”
-j.v
--
o porta-voz dos meus sentimentos
“escrevo-te estas linhas mal traçadas”
tentando escrever tudo o que eu sinto
tentando escrever esses sentimentos mal resolvidos.
tentando falar tudo e saindo nada
-j.v
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(2)
6:00
7:00
8:00
9:00
Ainda não tenho notícias
Ainda não tenho respostas
Ainda não tenho coragem de te pedir desculpas
-j.v
--
declaração de fraternidade
não há democracia no seu reinado de regalias, desilusões e mandos.
não há amor no meio do teu caos
não há amor no teu jardim
não há amor nas tuas palavras
não há amor nas suas encomendas.
-j.v
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Poemas achados (ou encontrados?)
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
o fim...
No que eu me transformei?
O que eu virei?
Ao que aspirei?
Em quem eu me enxerguei?
A quem eu agradei?
Será que eu me agradei?
Quais ultrajes tenho cometido (será que eu tô tão errado assim?)
Não sei responder;
Só me basta questionar
E escrever até o meu último suspiro.
-j.v
--
espinhos macios
espinhos macios
consequências mal distribuídas
caminhos desertos
amores expostos e secretos.
O mundo parou
Mas não acabou.
O meu mundo acabou
Mas não parou.
-j.v
--
noites longas, berrantes, chatas, persuasivas, frias e duvidosas.
A noite parecia infinita.
A escuridão me assusta.
O meu mundo desaba a todo minuto.
A dor não passa.
Então eu fecho os olhos
E imagino tudo aquilo
Que pensei que teria.
-j.v
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