O que fazes aí

O que fazes aí…sentada cabisbaixa tristonha e solitária
A manhã nasceu e ainda inacabada além fenece sedentária
Triste, tão triste se tornou qualquer emoção prantiva e consternada
O que fazes aí…olhando para o tempo oscilando num tsunami
De lamentações poéticas desassossegadas e absurdamente sumárias
Deixa que alma penetre do âmago das melancolias mais prioritárias
O que fazes aí…esquecida num centímetro de silêncios tão usurários
Sem forças para reanimar tantos amargurados e arbitrários ecos imaginários
Galga tuas angústias e reconstrói as pegadas perdidas na multidão de sonhos autoritários
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O tempo
Quando ainda criança eu o via, passar, quando olhava pela vidraça ou brincava com meus amigos na rua. Não me importava com ele. Aquele de…
A poesia de JRUnder
Viva...Viva...
Os tempos de uma vida se mudam - pois um amor que não se transforma - termina com uma discussão a toa. Os tempos de um amor não se acaba…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
O Dragão.
A cada momento deste meu viver ... vivo a pensar e a sonhar - com sons de pianos que em meu corpo vibra para meu descansar. A cada mom…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
As Vozes dos Ventos.
Prezada amiga - os ventos sudeste me trazem boas notícias ... ouço seu uivar e o balançar das grandes árvores com um grande e esperançoso…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*