carta que encontrei 2
Digo então que é impossível amar sem saudade, porém me convenço que há saudades benéficas e saudades destrutivas. Começo pela ruim. A destrutiva é saudade do outro e o esquecimento de si. Nesse caso, o próprio amor-próprio se vê prisioneiro da saudade de outrem. É melhor pensar no outro do que pensar em si. Obviamente que essa saudade não é causa do mal, mas sim consequência. Não carece de mais explicações sobre.
Já a outra é sincera e transparente. Fala contigo, te segreda planos, aventuras, presentes, tudo com ou para a amada. Entretanto, é breve, pelo menos em relação ao instante que se inicia, porque há repetições. Ela é como um alívio do amor, e não como lamento de não estar perto. Digo isso porque saudade, se considerada como queixa ou lamúria, não teria ligação com o amor. Portanto, é alívio, alívio por me ver distante, mas saber que amo e sou amado, apesar da distância. Saber que do lado de lá, tu sente o mesmo que eu, que tu suspira, que planeja, que me sente…suspiros de alívio, sim, só podem ser… alívio por saber que esse amor só tende a crescer, porque amores não são como plantas,ou seja, dependentes sempre da presença do seu sol. Este amor nosso é fora de nós, iniciou em algum momento, e, como que em um carrossel, gira com energia inesgotável.
O que fazemos então não seria aumentar o amor, a partir de demonstrações afetivas monumentais, elogios, presentes e outros atitudes ou objetos que nos disseram que eram fermentos do amor? Ao meu ver, não. Isso tudo é adorno. O que temos que fazer é enfeitar nosso carrossel. Colocar lâmpadas bonitas e coloridas, cavalos brincalhões e divertidos, limpar de qualquer poeira ou sujeira. Dessa forma, a cada eu te amo nosso, confirmamos que nosso carrossel é deslumbrante e firme.
Quero colocar um cavalo roxo com rosa, num estilo surpreendente, então vou dizer que te quero, te quero, **** te amo, te amo, ****, e como, num mantra, desejo continuar nessa meditação por mais e mais tempo. Sinto saudades, saudades de te olhar, ranger a cama, me divertir com nossas conversas, ouvir você, observando o quão linda e inteligente é a mulher que tenho. Continuo aqui suspirando aliviado por te amar
Te vejo já já, ****
Já a outra é sincera e transparente. Fala contigo, te segreda planos, aventuras, presentes, tudo com ou para a amada. Entretanto, é breve, pelo menos em relação ao instante que se inicia, porque há repetições. Ela é como um alívio do amor, e não como lamento de não estar perto. Digo isso porque saudade, se considerada como queixa ou lamúria, não teria ligação com o amor. Portanto, é alívio, alívio por me ver distante, mas saber que amo e sou amado, apesar da distância. Saber que do lado de lá, tu sente o mesmo que eu, que tu suspira, que planeja, que me sente…suspiros de alívio, sim, só podem ser… alívio por saber que esse amor só tende a crescer, porque amores não são como plantas,ou seja, dependentes sempre da presença do seu sol. Este amor nosso é fora de nós, iniciou em algum momento, e, como que em um carrossel, gira com energia inesgotável.
O que fazemos então não seria aumentar o amor, a partir de demonstrações afetivas monumentais, elogios, presentes e outros atitudes ou objetos que nos disseram que eram fermentos do amor? Ao meu ver, não. Isso tudo é adorno. O que temos que fazer é enfeitar nosso carrossel. Colocar lâmpadas bonitas e coloridas, cavalos brincalhões e divertidos, limpar de qualquer poeira ou sujeira. Dessa forma, a cada eu te amo nosso, confirmamos que nosso carrossel é deslumbrante e firme.
Quero colocar um cavalo roxo com rosa, num estilo surpreendente, então vou dizer que te quero, te quero, **** te amo, te amo, ****, e como, num mantra, desejo continuar nessa meditação por mais e mais tempo. Sinto saudades, saudades de te olhar, ranger a cama, me divertir com nossas conversas, ouvir você, observando o quão linda e inteligente é a mulher que tenho. Continuo aqui suspirando aliviado por te amar
Te vejo já já, ****
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