Paciência
P ermanentemente me pergunto se devo
A limentar os pensamentos que me consomem e que, vez ou outra, somem.
C onsequência disso é uma falta de paz que me corrói o peito. Que
I nstiga os meus medos e anseios e faz meus sonhos virarem pesadelos.
E spero impacientemente o dia em que o outro dia virá.
N ego a existência desse dia se com ele a realidade não mudar.
C omeço a reinventar meus modos para que de modo nenhum felicidade me falte.
I nspiro-me na metamorfose da borboleta e acredito na possibilidade do impossível.
A cada situação, uma nova possibilidade. E assim eu vou tentando encontrar o que chamam de felicidade e para que eu a encontre só me resta ter
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