Não Há
Ouço gritos de várias direções
Ouço tiros no meio das multidões
Vejo pessoas a correr sem direção
Parecia até o apocalipse, afinal era apenas manifestação
Havia rostos pintados com lágrimas
Outros tinham os corpos cheios de hematomas
Há quem estava armado e usava botas
E estávamos todos juntos numa rua que nem estava asfaltada
O seu povo apenas clama por mudanças
Diziam aqueles que já estão cansados de promessas
Dirigindo-se aos homens que usavam fardas
Que ironicamente vivem os mesmos dilemas
Não há “um só povo” sem união
Nem haverá “uma só nação “ sem compaixão
E se “havemos de voltar”!? Só se for para o início onde até dividíamos o pão
Mas antes porém, devemos abrir a mente e purificar o coração.
Ouço tiros no meio das multidões
Vejo pessoas a correr sem direção
Parecia até o apocalipse, afinal era apenas manifestação
Havia rostos pintados com lágrimas
Outros tinham os corpos cheios de hematomas
Há quem estava armado e usava botas
E estávamos todos juntos numa rua que nem estava asfaltada
O seu povo apenas clama por mudanças
Diziam aqueles que já estão cansados de promessas
Dirigindo-se aos homens que usavam fardas
Que ironicamente vivem os mesmos dilemas
Não há “um só povo” sem união
Nem haverá “uma só nação “ sem compaixão
E se “havemos de voltar”!? Só se for para o início onde até dividíamos o pão
Mas antes porém, devemos abrir a mente e purificar o coração.
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