FLERTE
Espreito de canto de olho
Insinuações contidas
Em tua forma de sentar-se
No que hesitas, não escolho
Tampouco nego (e quero)
Não na forma, contudo, no olhar
A tua chama a me chamar
No que levantas, flertas
Com todos tua beleza
Todavia, quando percebes...
Ao meu notar, te desconcertas
Tu inclinas a cabeça...
O que te sentes, doce dama?
Que seja toda sua chama
Porque te espero em cada olhar...
Insinuações contidas
Em tua forma de sentar-se
No que hesitas, não escolho
Tampouco nego (e quero)
Não na forma, contudo, no olhar
A tua chama a me chamar
No que levantas, flertas
Com todos tua beleza
Todavia, quando percebes...
Ao meu notar, te desconcertas
Tu inclinas a cabeça...
O que te sentes, doce dama?
Que seja toda sua chama
Porque te espero em cada olhar...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
JOGO FORA
Dou de ombros, dou de bico, Mando esse amor embora. Já virou um suplício, Insuportável até agora. Não quero mais você, Eu sei que também…
Celso Ciampi
O relho
o relho que não
é de uso cotidiano
tal qual a chuva
bate no nosso chão.
não há desculpa,
e sim desumanização.
…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
A Rota do Poente
Há sempre um vilarejo à frente
Lugar de chuviscos
E cercas baixas
De estrada coberta de pedras,
Incontáveis curvas …
Daisy
Le infante donzela.
Como desejava vela minha adorada namorada , pois tu estavas agonizante e perante meus olhos lágrimas desciam ao chão como chuva de um qu…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*