Espreito de canto de olho
Insinuações contidas
Em tua forma de sentar-se
No que hesitas, não escolho
Tampouco nego (e quero)
Não na forma, contudo, no olhar
A tua chama a me chamar
No que levantas, flertas
Com todos tua beleza
Todavia, quando percebes...
Ao meu notar, te desconcertas
Tu inclinas a cabeça...
O que te sentes, doce dama?
Que seja toda sua chama
Porque te espero em cada olhar...

 

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