Da fome em bruscas paragens
a fome
consome
os indícios de paz
do homem
e grava, bruta,
na memória
partículas das culpas
pela história
e a vontade
escreve no espaço
um resto de vida
jogado no prato
consome
os indícios de paz
do homem
e grava, bruta,
na memória
partículas das culpas
pela história
e a vontade
escreve no espaço
um resto de vida
jogado no prato
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Flor da Minha Memória.
Bom dia flor do meu mau dia
Suas marionetes ainda funcionam?
E a sua lábia ainda corta ?
Lembra da corda que me prendia a você, …
Roney
Você.
Só você sabe por tudo que passei pra chegar até aqui, Só você.
Só tenho você em quem confiar.
Por que você não conta algo sobre voc…
Roney
Bem-vindo.
O mundo aqui não é como você pensa Tudo mudou, Esse não é o seu lugar Até você se adaptar Você morrerá. Sua opinião aqui não conta. Be…
Roney
Girassol.
Já de manhã, consigo avistar
O sol a raiar, já tenho que desabrochar,
A mesma rotina, todos os dias sem parar
Vamos lá! …
Roney