O começo do fim,
Da pergunta e resposta,
Ao presente.
No inteperismo do eu.

Ah, a interjeição do pretérito!
Do amanhã sem futuro.
Não há nuances em ser perfeito,
Mas vida em ser humano.

É viver o detalhe do erro,
Ser em si, o si em nós!
Dançar o som da tristeza,
E cantar o tom maior da felicidade.
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