querer, na febre,
a hecatombe
algo além da fome
refém do ódio
do incômodo óbvio
do estrondar
da queda
da ponte
ferir o nome,
que ressoa
na escuridão
desejar o vórtice
da madrugada
óbice recôndito
intenta o nada
na falta que afaga
o olhar a se deter
no passado que se apaga
preciso inalar
a escassa sensatez
decifrar algaravias
e inventar naufrágios
comover o plácido
rebelar ninguém
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