Nó de Pescador
Existe uma parede de vidro no final do corredor
Refletindo meu corpo cansado, exausto
Minha cabeça já não pensa como um dia já fluiu
Existem pelo menos três pecados crucificando quem eu sou
Enquanto a asa da borboleta bate redimunho
O olho do percevejo enxerga água fresca
Como nós procurando algum fato
Ou resumindo frio em disfarce de desejo
Nem de longe tão distante se compreende o contato
Que as vezes sem o tato é mais fiel que resumido
Num dia sobreposto ao anterior ferido
Nem de perto tão pertinho se confunde epopéia
Evolução nem sempre quer dizer melhora
O castelo é grande e ao mesmo tempo só
Sem platéia no teatro em pleno interlúdio
Sofrer pensando amor é uma nota de repúdio.
Refletindo meu corpo cansado, exausto
Minha cabeça já não pensa como um dia já fluiu
Existem pelo menos três pecados crucificando quem eu sou
Enquanto a asa da borboleta bate redimunho
O olho do percevejo enxerga água fresca
Como nós procurando algum fato
Ou resumindo frio em disfarce de desejo
Nem de longe tão distante se compreende o contato
Que as vezes sem o tato é mais fiel que resumido
Num dia sobreposto ao anterior ferido
Nem de perto tão pertinho se confunde epopéia
Evolução nem sempre quer dizer melhora
O castelo é grande e ao mesmo tempo só
Sem platéia no teatro em pleno interlúdio
Sofrer pensando amor é uma nota de repúdio.
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